Em toda parte sempre o mesmo

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Hermann Hesse e os tempos que se repetem, e aquela nossa mania de transformar o passado em ideal utópico e nos escondermos nele cheios de medo. Em toda parte é sempre o mesmo:
 
“Lembrei-me dos honrados burgueses de minha cidade natal, velhos e dignos senhores, que conservavam a recordação de seu tempo de estudantes como a memória de um paraíso bem aventurado e consagravam à perdida “liberdade” daqueles anos um culto como o que poetas e outros românticos dedicam à sua infância.
Em toda parte era o mesmo!
Todos homens buscavam a “liberdade” e a “felicidade” num ponto qualquer do passado, só de medo de ver erguer-se diante deles a visão da responsabilidade própria e da própria trajetória. Durante alguns anos farreavam e bebiam, para logo se submeterem ao rebanho e se converterem em senhores graves ao serviço do Estado.” H-Hesse (Demian)

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