Galhos

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Quase tudo o que fazemos responde a algo que provavelmente não temos consciência.
Somos pontas de galhos, milhares, milhões, bilhões de galhos de uma velha árvore.
Cada galho enxerga-se autônomo, mas estão ligados uns aos outros alimentando-se da mesma raiz.

O medo

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O medo é um mercado capaz de eleger políticos, mexer nas bolsas, nos juros, nos bancos. Nesse caso, o anonimato faz bem aos negócios.
É por medo que negociamos nossa privacidade e aceitamos agradecidos que o governo nos vigie.
O medo nos acua, nos torna submissos, nos posiciona em busca de abrigo. Consumimos mais notícias, pagamos mais seguros, buscamos mais religiões, nos protegemos, investimos, compramos o que não é necessário.

Discernimento mínimo

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Um mínimo discernimento é suficiente para não entrar em discussões inúteis, raivosas, ofensivas, especialmente as que tratam políticos como deuses e política como religião.

Você pode ter um lado e uma ideologia, mas a consciência de que não há sistemas perfeitos evita que aja como um imbecil.

Seja lá qual lado estiver.

Importâncias

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Gente que se acha importante demais vive em função de provar aos outros o que, no fundo, sabe que não é. Pode ser que convença alguns, mas jamais se convencerá.

Viés ideológico

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Esse discurso do Bolsonaro sobre viés ideológico me soa estranho.
Em política tudo é ideológico.
Era antes, continua agora.
Enquanto for ideológico há espaço (teoricamente) para discussões.
Uma vez que deixe de ser, sobre qual instância se apoiarão as idéias? A “verdade” ? O “certo” ? “Deus”?
Não me sinto confortável com isso.