Poder – Duas vidas

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“É por nos sentirmos impotentes que lutamos pelo poder. Eu vivi em busca de compensar esse desequilíbrio: Impotente, amedrontado, era preciso mais força, era preciso medir potência e esse sentimento não termina, sempre haverá o mais forte. O mais forte sempre me fará sentir ameaçado.
A questão é: Para que eu me veja forte, preciso da referência do fraco. Não haveria “forte” se não fosse a existência do fraco, um precisa do outro, assim como a direita precisa da esquerda, o “bem” precisa do “mal”, a morte precisa da vida.
São polos da mesma ilha, aspectos de uma coisa só.” – Livro Duas Vidas

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