Códigos

Padrão

Repare como mantemos os códigos de sempre, mas sutilmente perdemos os significados. Ainda usamos a mesma linguagem dos antepassados para definir “prosperidade”, “caridade”, “gratificação”, “dádiva”, “força”, “evolução”, “vida”, “morte”, “Deus”, “espiritualidade”, “amor”, mas o que estamos querendo dizer? Assumimos outra experiência com tudo, criamos novos valores, adotamos um culto quase religioso aos dogmas modernos que talvez não se vinculem mais ao que originariamente imaginávamos. É a fé na estética das palavras, sempre carregadas de positivismo, mas esvaziadas de sentido.

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