Mentes livres

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Há algo profundamente errado em sua crença (seja política, religiosa, etc…) se ela inibe o livre pensamento. Se não aceita discordâncias, dúvidas, diferenças.
Fé não serve para proteger, mas para projetar.
Não confie em nenhuma ideia que exclua pessoas, diminua seres humanos por sua opção sexual, religiosa, política, cultural, social ou ideológica, que sobrecarregue almas cansadas e, como eu e você, necessitadas de amor. Que não promova consciências, mas vive tentando condicionar mentes, entupido-as com leis, mandamentos, tarefas, obrigações, culpas e medos. Ocupe-se com a sua mente. Descondicionar-se já é trabalho suficiente.
Desconfie dos “donos da verdade”, os “grandes lideres” , os que gostam de serem tratados por seus “títulos diferenciados”, reverenciados por sua pseudo superioridade. A história tem exemplos suficientes para sabermos onde isso termina.
Creia no que quiser, seja livre para pensar, só não permita que ninguém pense por você.

A dimensão onde existimos

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Os “nãos”, os “foras”, as decepções, as contradições, as perdas, potencialmente, carregam possibilidades de amor, especialmente porque o amor não é um cenário, mas uma dimensão.
É por isso que sentimos necessidade de externalizá-lo, de experimentá-lo como desdobramento nas relações, vincular de mentes, de corpos, de suspiros, de toques… Mas isso é apenas uma expressão, não uma condição.
O amor é absoluto, mas eu e você somos relativos e é em nossa relatividade que o experimentamos fragmentado nas experiências, condicionado em nossas projeções; com tempo, cara, cheiro, cor, forma, gosto, imagem, roteiro e paisagem, mas nenhuma dessas expressões jamais limitará o que as transcende.
O amor é a dimensão onde existimos.