Tudo a mesma coisa

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A experiência com a morte é sempre uma experiência fora de nós, portanto, reflete nossos medos, nossas crenças, nossas cegueiras. Quando a nossa morte chega, percebemos que ela sempre esteve lá, que é parte da vida, que uma ou outra eram linguagens de uma coisa só.
É preciso pacificar-se com a vida para deixar de ter medo da morte.

Santo dos seus

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Todo diabo é santo para alguém, todo santo é ou já foi diabo, de modo que só me resta a consciência de que não há santos que resistam ao cotidiano, afinal, quanto mais enxergo de perto, mais complexidade vejo. Na lente ninguém é totalmente do bem, nem do mal. Somos nós expostos no outro para que não haja outro,
para que não haja nós.