A beleza das relações

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Os vínculos mais significativos não se estabelecem por virtudes ou poderes que possamos aparentar. Nos vinculamos quando nos identificamos em nossa humanidade, em nossa dor, em nossos limites que tantas vezes se superam apesar dos pesares.
Os “fortes” se comparam, se admiram, se ameaçam, se envaidecem. Disfarçam na admiração do outro a insegurança latente, por isso necessitam tanto de reconhecimento. Alimentam-se disso.
Os “fracos”, por reconhecerem o que lhes habita, são solidários, caminham para superar-se um pouco em cada dia. Por saberem quem são não sentem necessidade de julgar ou condenar quem quer que seja, pelo contrário, se puderem ajudarão o outro a aliviar a carga. Reconhecem-se pela via da humanidade, jamais pelas distrações da superioridade. É isso que constrói a beleza das relações.