“Dar” amor

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“Até que ponto as pessoas estão abertas para receberem o amor? Até que ponto eu posso me doar em amor sem ser “poliano”…
…vejo que as pessoas, buscam e precisam desse amor, mas muitas vezes não dão abertura para que isso ocorra… ”

– A questão não está ligada às “pessoas”, mas a você.
Não é pelo fato de estarem ou não prontas para serem tratadas em amor, quase ninguém está, especialmente porque o amor nunca é “poliano’, mas grave, contundente, consciente. Aliás. quem de nós está?
Você só trata em amor quando vive em amor, quando aceita as implicações no dia a dia de escolher o contra fluxo, de posicionar-se a despeito de possíveis expectativas.

Não é questão de alguém “dar abertura”, nesse caso não é uma atitude que você faz e o outro aceita. Viver em amor é ser amor no dia a dia , é responder conforme sua própria consciência em relação ao que deve ser feito e, ainda que o outro não entenda, será de alguma maneira tocado por isso. Você não dá amor, você vive amor. Não é um punhado de atitudes, mas uma dimensão onde escolho viver. O resto é reflexo.