Enquanto você está ai,há um mundo inteiro acontecendo lá fora* Quando nosso mundo é um cubículo

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Enquanto você está ai diante do computador, bilhões de acontecimentos diferentes se projetam em gente no mundo todo. 

Agora tem gente sofrendo e gente feliz, uns acabam de receber a noticia esperada, outros a que temia. Apesar de nossas próprias experiências e nosso limitado arcabouço de percepções, há bilhões de desfechos, caminhos, alternâncias, lhe rondando, aproximando, ora afastando, mas presentes e reais como possibilidades.

Um único movimento pra lá e tudo pode mudar. Um recuo, uma curva, acelerada ou freada e a vida toda vai em outra direção. Vivemos no mundo das possibilidades e o fato de só conseguirmos enxergar uma ou duas variáveis não muda o fato de que tudo está em aberto, pode acontecer e, hora ou outra, refletirá nos acontecimentos o que está se desenhando em sua interioridade.

 

Minha remuneração

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Eu jogo garrafinhas com mensagens aqui e em outros lugares. Uns abrem, outros não. Alguns se manifestam, a maioria não. De qualquer forma é sempre razão de imensa alegria quando consigo enxergar um pouco dessa incrível conexão de consciências que nos aproxima e, de maneira incrível, viabiliza um caminho em comum em crescimento e amor. Sinceramente sou grato por tudo e por todos. Sem dúvidas essa é minha remuneração.

Dar amor sem ser “poliano”. É possível?

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“Até que ponto as pessoas estão abertas para receberem o amor? Até que ponto eu posso me doar em amor sem ser “poliano”…
…vejo que as pessoas, buscam e precisam desse amor, mas muitas vezes não dão abertura para que isso ocorra… ”

– A questão não está ligada as “pessoas”, mas a você.
Não é pelo fato de estarem ou não prontas para serem tratadas em amor, quase ninguém está, especialmente porque o amor nunca é “poliano’, mas grave, contundente, consciente.
Você só trata em amor quando vive em amor, quando aceita as implicações no dia a dia de escolher o contra fluxo, de posicionar-se a despeito de possíveis expectativas.

Não é questão de alguém “dar abertura”, nesse caso não é uma atitude que você faz e o outro aceita. Viver em amor é ser amor no dia a dia , é responder conforme sua própria consciência em relação ao que deve ser feito e, ainda que o outro não entenda, será de alguma maneira tocado por isso. Você não dá amor, você vive amor. O resto é reflexo.

Encarando a própria sombra

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Acredito que muitas vezes é justamente naquilo que tentamos combater, nas sombras que queremos apagar, nas contradições que nos esforçamos para esconder, onde estão nossas maiores oportunidades. 

Paradoxo. 

Não é fugindo da sombra, mas encarando-a que encontrarei minha luz. Ser espiritual é antes de tudo ser humano. Ser humano é aceitar suas fraquezas e reconhecer limites e falhas. 

É saber que não há iluminação que me tornará blindado ao que sou essencialmente enquanto for espirito vivendo em um corpo, eterno diante do finito, imortal exposto aos dissabores da morte.

Somos assim e é nisso que reside nossa beleza.

Jamais seremos perfeitos, mas podemos assumir nossas imperfeições e, apesar dela, refletirmos como vagalumezinhos que brilham despretensiosamente.

Saiba de uma coisa: você não é iluminado. Eu também não, nem o mestre fulano de tal, nem o guru dos gurus, nem ninguém.

Somos humanos carregando nossa luz, tropeçando em nossas sombras, ajudando uns aos outros a crescerem juntos em consciência e amor.

Siga seu caminho com essa simplicidade, não queira aparentar o que nunca será, aceite-se, perdoe-se e tudo ficará claro. É assim que creio. É simples assim.