O que você está fazendo com seu tempo?

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Para você que vive dizendo que está sem tempo, que o dia deveria ter 25 horas, que justifica a falta de tempo para os que estão perto, para os filhos, a esposa, o marido. Você que não tem tempo para ler um livro ou ficar sem fazer nada. Você, escravo, condicionado ao funcionamento em tempo integral, quando não das demandas, preso nas divagações da mente, você que não consegue parar para ler um texto ou sequer ver um vídeo. É contigo que eu quero falar, afinal, o que você está fazendo com seu tempo?

 

Obrigado ! De novo…

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Hoje a página do Livro Mensagens que chegam pela manhã completa 1 mês e já são quase 1.800 curtidas. Fora as centenas de livros que já foram vendidos em pouquíssimo tempo. Obrigado! Que as mensagens lhe ajude a encontrar paz, descanso e consciência !

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Significados

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Enquanto humanos, cada um de nós experimentará toda sorte de acontecimentos, sejam os que definimos como bom, sejam aqueles que não se encontram nenhuma perspectiva para chamá-los de outra coisa a não ser maus, tragédias, dores. Todos teremos que lidar com esquinas, desvios, acidentes de percurso que exigirão mudança de caminho, alteração de planos, redefinição de escolhas e, aí é que está: mais do que a simples diversidade de experiências, é aquilo que escolho fazer com elas que definirá quem sou e o que estou me transformando.

Depois do luto, passada a perplexidade, superado o vazio, o que vou fazer com isso? Que nome darei a tragédia? O que farei com a perda?

De fato, na caminhada há muitas surpresas e tem dias que gostaríamos que nunca tivessem existido, mas é assim que crescemos aprendendo a dar nome as coisas, chamando-as pelo que são e entendendo que posso superá-las, transformá-las e, apesar das dores, como as dores de um parto, renascer do luto, ultrapassar as perdas, enfrentar os medos e escolher ser alguém melhor. – flaviosiqueira.com

“Tenho medo de perder as pessoas que amo.”

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“Tenho medo de perder as pessoas que amo.”

O medo que os amados morram está ligado ao nosso medo de morrer.

Sempre que algum querido vai embora sentimos que vai um pouco de nós, que a vida fica mais feia, incompleta, mas essa é uma percepção nossa.

Queremos a segurança de que todos sempre estarão ao nosso alcance, que poderemos tocá-los, vê-los, acessá-los quando entendermos, mas isso não é possível, por isso, acredito que a aceitação da morte de quem amamos começa com a aceitação de quem somos de verdade. Quanto mais conscientes, mais pacificados.

Quem é a consciência por trás do corpo que envelhece?

Quem dá vida a um esqueleto recheado de órgãos e coberto de carne e pele e, depois de um tempo, quando o que chamamos de vida vai embora, simplesmente apodrece? O que se foi, o que tinha lá?

Quando se enxergar no espelho na próxima vez, olhe em seus olhos e questione-se: quem dá brilho à esses olhos e possibilita que dois globos oculares comuniquem, expressem sentimentos e emoções?

Quem é esse ser que não tem cara, mas ouço como consciência, que habita em mim, me fazendo lembrar que não sou o corpo que morre, mas a consciência que se expande? Como penso essas coisas, como é que me sinto bem além do que esse que enxergo?

Com o tempo aprenderá a reconhecer-se.

Saberá que não é o boneco de carne que aparece no espelho, a pessoa que envelhece e depois morre, porque você pode vencer os impulsos da carne, do corpo, instintos de proteção e sobrevivência e perceber a vida a partir de outra dimensão, não mais a do corpo, mas a do espírito que é você.

É claro que não é de uma hora para outra, estou falando de um processo, uma caminhada que pode durar muito tempo, mas o fato é que a partir do momento em que começa a se perceber para além dos condicionamentos mentais, sua consciência aflora sobre tudo, inclusive sobre quem é você.

Quando isso acontece o medo da morte desaparece e, ainda que você chore a ida dos que ama, ainda que doa, não será empecilho para a paz. Você se entristecerá pela interrupção daquele convívio, mas finalmente entenderá que não há morte. Não é definitivo.

Mudamos nossas formas, alteramos dimensões, mas nada morre, nem as pessoas, nem as relações estabelecidas em amor.

Assim como modificamos nossos corpos e nossos relacionamentos em vida, quando deixamos o corpo experimentaremos outros processos de renovação, mas nada deixa de ser.Por isso a necessidade de viver integralmente em amor. Isso nunca se perde.

Portanto, resolva essa questão ai dentro, perceba-se de fato como ser imortal, desloque seu olhar do corpo, da carne, do sangue, da morte e passe a enxergar a beleza da vida, da renovação, da consciência que é. Você só precisa se enxergar de verdade. Garanto que é um belo de exercício de auto conhecimento, de fé e de pacificação.