Os sentidos de cada mundo

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Antes das escolhas, da balada, do sono, da festa, da TV, antes de continuar sua navegação pela internet, pare um pouco, nada muito mais do que quatro minutos e veja esse vídeo. Só isso. Depois, sem esforços interpretativos, sem grandes reflexões, sem tentar entender as entrelinhas, sem nada, siga o seu dia deixando que a mensagem encontre algum lugar de repouso em você. Um dia, no momento certo, o entendimento se projetará em escolhas, no caminho, em gratidão. Apenas veja e depois vá fazer o que planeja para hoje. É um presente meu para você. Cuide-se, fique bem

 

Encontro Curitiba Fevereiro 2014

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Nosso encontro em Curitiba já tem data: 21/02 ! Será uma grande oportunidade para nos conhecermos pessoalmente e trocarmos muitas ideias e experiências. Já enviei um e-mail com mais detalhes para os que me escreveram. Se você se interessa, por favor, escreva para encontrospelobrasil@gmail.com , no assunto “Encontro Curitiba” As inscrições serão liberadas conforme a ordem dos e-mails. Torço pra que você vá !

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Livre-se do peso sobressalente

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Uma rápida pausa na sua navegação sem rumo e responda silenciosamente: Você consegue se lembrar de quais eram suas grandes preocupações há cinco anos ?
Menos. Diga-me cinco preocupações suas do ano passado?

Quando você para e reflete, percebe que boa parte do que absorve sua tranquilidade não precisava que despendesse tanta energia.
Preciosa energia que poderia estar direcionada à algo construtivo, simplesmente se esvaindo pelo que não existe, por criações de sua mente.

É possível que parte de seus problemas tenha se resolvido naturalmente.

São aqueles que a gente vivencia antecipadamente e, temendo que venham a acontecer, nos entregamos ao medo do que ainda nem veio.

Até porque, se acontecer, você nem sabe como será e certamente enxergará sob outra perspectiva, em outro contexto, de outro jeito. É tolice tentar resolver o que ainda não aconteceu.

O medo paralisa, cega e impede qualquer pessoa de enxergar com clareza.

Que tipo de peso você tem carregado ?

Será que realmente é necessário suportá-lo ?

Quando um barco começa a afundar, a primeira coisa que o capitão faz é livrar-se do peso excedente.

Por que não faz o mesmo ?

Avalie até que ponto suas preocupações são necessárias e não sofra por elas.

Não adianta antecipar o amanhã ou recuperar o ontem. Hoje é tudo o que temos.

Os prazos de cada um

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Ninguém tem nenhuma ideia de todos os processos, idas, voltas, caminhos que uma alma faz até que finalmente se aquiete e se pacifique.

Pensamos conhecer alguma coisa, acreditamos saber, mas quem pensa que sabe, se ilude.

Não conhecemos todas as etapas, sequer enxergamos todas as pontas do fio que conecta, amarra aqui, solta ali, afrouxa, aperta, costurando, muitas vezes em uma vida inteira, um caminho absolutamente individual de percepção da realidade, de aprendizado e crescimento.

Qual de nós conhece o próprios processos? Quem tem plena consciência dos significados de cada etapa? Não apenas as que representaram marcos em nossa existência, mas também, e principalmente, as do cotidiano, as pequenas pedras, os desequilíbrios que não chegaram a virar tropeções, sinais, coisinhas do dia a dia que, no seu tempo, contribuiriam para que lá adiante finalmente enxergássemos algo importante?

Ora, se poucas vezes conseguimos projetar consciência em nossos próprios processos, o que dirá os processos de quem pouco ou nada conhecemos? Será que de fato estamos aptos a determinar cortes, caminhos, desfechos, vaticínios, interferências na construção de uma alma, julgando, tentando apressar as coisas, acusando quem quer que seja de cego?

Antes de tirar a lasquinha do olho do outro, retiremos o galho fincado no nosso.

Cada alma tem seus caminhos, cada caminho seus processos, cada processo seus prazos. Cabe a nós amarmos com simplicidade, mantendo a humildade de eternos aprendizes, conscientes de que nenhum de nós jamais saberá quando o processo iniciou e quando terminará.

Ainda que alguns se proponham a ensinar, ensine como quem compartilha o pouco que sabe, ninguém é mestre, ninguém é dono de nada, somos sim, todos, pequenas e potencias centelhas, vagalumezinhos que refletem uma luz que não é própria, conectados, experimentando nesse corpo o privilégio de sermos humanos e aprendermos a amar em simplicidade e verdade.

O que passar disso é presunção, desnecessária e cruel.