O homem fragmentado *O código “deus” e Deus em nós *Esteriótipos*Essência

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Nosso comportamento é moldado desde a infância, seja pela educação em casa, na escola, depois, nas universidades, no mercado de trabalho, na maneira que lidamos com a políticas, as autoridades, as leis, as instituições, a religiosidade, agregamos ao espírito essencialmente livre, sobrecargas desnecessárias, formatamos a mente e instalamos gatilhos na alma que disparam sempre que determinados códigos são acionados.

A partir de seres fragmentados constrói-se uma sociedade manipulável, exposta a controles sutis, invisíveis, subliminares e nos apegamos a isso de tal forma a ponto de reagirmos sempre que algo não se parece com o que nos dá sensação de familiaridade, de conforto, de controle.

É sobre isso que essa reflexão em vídeo, o Insight, fala hoje. Talvez seja importante você pensar um pouco sobre isso. No mais, fica meu beijo e o desejo de que o dia seja em paz.

Só o que vale

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Um dias vamos todos embora, voltaremos para casa. O que podemos deixar de melhor é nosso canto, nossas idéias, nosso existir que se expressa em palavras que nos transcendem, iluminam mentes, enchem os olhos e nos catapultam à percepções que a pressa dificulta.

No fim das contas, somos o que pensamos e o que fazemos com isso. O que falamos e a relevância que as palavras tem. O que acreditamos e o poder que essas certezas (ou dúvidas) tem de mudar nosso próprio mundo.

Nosso mundo maravilhoso!

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Vivemos sob intenso e constante condicionamento. Nossos pensamentos sempre direcionados para o que nos mantém no fluxo da manada,  estreitando nossa consciência e consequentemente dificultando a percepção de algo incrível: Estamos vivos e temos a chance de mudarmos, renovarmos a experiência da vida todas as manhãs. Postei esse vídeo abaixo pensando em oferecer uma janela. Abra, lembre-se que você está cercado de belezas, de vida, de possibilidades. O seu mundinho é apenas uma cela comparado ao maravilhoso mundo que vive dentro e é refletido nos mistérios da terra, no privilégio de estarmos aqui.

O teto de cada um

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Qual o ponto aonde você trava ?

A fronteira que nunca ultrapassa ?

Quando olha para sua vida, consegue identificar os padrões que são definidos por suas limitações ?

Todos temos um teto.

Não que ele estivesse sempre ali, mas fomos nós, com nossos medos, vícios, culpas, complexos, inseguranças… Quem construímos.

Olhe seu histórico e veja que geralmente quando chega naquele ponto as coisas “travam”: Esse é seu teto.

Uma barreira que no seu inconsciente definiu a fronteira “impossível”de ultrapassar. Nesse ponto suas escolhas, caminhos, companhias, amigos, trabalhos, terão como referência a dimensão diminuída, limitada em seu teto.

Qual o seu?

Para alguns mais alto, outros nem tanto, mas ele está sempre ali.

Diante disso, o desafio é identificá-lo e depois superá-lo.

Onde você trava ? Por que muitas vezes você não consegue seguir o ritmo que gostaria ?

Se o teto é fruto dos medos comece a enfrentá-los tendo em mente que você não precisa da culpa como companheira.

Preste atenção: você não precisa caminhar com medo ou sentindo-se culpado.

Lembre-se que você nunca terá a aprovação de todos, então esqueça essa preocupação, seja você mesmo, siga seu coração, caminhe.

Livre-se do peso morto e voe alto.

Acima do teto, novas possibilidades e, sobretudo, a oportunidade de transcender a si mesmo.

Qual o seu teto ? Acredito que chegou o momento de superá-lo.