Não somos o que dizem que somos – INSIGHT

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Nesse vídeo um desafio.

Como encarar o fato de que não somos o que dizem que somos? O que fazer diante da realidade que transcende os grupos, as instituições, os sistemas que nos dão guarida enquanto nos faz pensar que somos parte de uma massa e não indivíduos, que devemos projetar na coletividade aquilo que devíamos ser na individualidade, nos tornando menos gente e mais instituições?

Talvez chegue o dia em que você perceba que não é cristão, nem budista, taoista, católico, espirita, muçulmano, ateu ou o que quer que seja.

Não somos brasileiros, japoneses, americanos, índios, negros ou brancos. Não precisamos disso. Somos gente, parte de uma coisa só, conectados, portadores de um potencial imensurável, expressão de vida, de amor, casa de Deus.

Como lidar com essa realidade em contraposição a realidade criada pelos sistemas que nos enquadram, massificam, diminuem? Esse é o desafio do mais novo Insight. Veja e, se lhe fizer pensar, compartilhe com mais gente.

Mude a si mesmo

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A expectativa de que um dia as coisas mudem, sem considerar de que a mudança real só é possível em mim só cria frustração.

Toda mudança acontece quando quem muda sou eu e o “ideal” para a sociedade passa a ser praticado como ideal individual, no chão do meu caminho, no meu horizonte, entre aqueles que encontro no dia a dia e me experimentam, dando a mim a oportunidade de SER amor, SER inclusivo, SER justo, SER pacificador, SER honesto, SER paz, SER misericordioso, SER grato, SER do bem.

Não são os sistemas que SERÃO, sou EU.

Minha tarefa é sobretudo enxergar e praticar o que nunca verei implementado de fato em sistema algum, mas será a única verdade do mundo que sou, se antes de querer mudar o mundo de fora, eu mude o mundo de dentro a partir do meu olhar e por consequência das minhas atitudes.

Mudanças

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Assim como acontece na natureza, nossas vidas também passam por estações, e dias quentes precedem temporais, nuvens da manhã que começou nublada se dissipam, noites estreladas se transformam em dias longos, frios e úmidos.

O sol dá lugar a lua, o verão ao outono, estações que se sucedem e mudam completamente a perspectiva da mesma paisagem. Nosso caminho é assim, entre perspectivas que se alteram, mudanças, transformações, redirecionar de valores, reposicionamento de situações que pareciam fixas, lineares, inabaláveis, enraizadas na gente como se fossem extensão de nosso ser.

Então as coisas mudam, a estação termina e uma nova realidade desperta anunciando que somos seres em constante movimento, evolução que nasce como fruto da renovação da mente que não se conforma sob risco de deformar-se com o conforto permanente.

Livre-se disso

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Perceber que o mundo é uma loucura não é difícil. Quem sai de casa e anda pelas ruas vê com facilidade a infinidade de contradições, dificuldades, maus tratos entre motoristas, indiferença entre pessoas.

Se você liga a TV e tem um mínimo de percepção, logo enxerga a quantidade de manipulações, induções, meias verdades que, no fim das contas, tem quase sempre o mesmo objetivo: consuma.

Quem consome acreditando na historinha de que nunca antes nesse país houve tanta prosperidade, onde tanta gente “subiu” para a classe C (definida por duzentos e poucos reais de renda) sabe que as coisas não são bem assim, que é fácil cair na armadilha dos financiamentos, dos juros, dos bancos, tornando-se sequestrados pelo carnezinho.

Quem recorre as religiões corre riscos. Tem muita gente boa e sincera por ai, mas não arriscaria dizer que são maioria. O que vemos são lobos, ávidos por fórmulas, estratégias e barganhas que no fim só colocam a pessoa na mesma rodinha de Ramster de sempre, sem perceber, sem enxergar, sem amadurecer.

E os políticos ? Preciso mesmo comentar?

O mundo é cruel e ninguém disse que seria fácil. Mas esse nosso papo não é de des-esperança.

A gente olha para os lados, vê como as coisas são e pensa : “não posso mudar o mundo, tampouco deixar de viver nele. O que posso fazer?”

Sabe, existe uma gigantesca diferença entre viver no sistema e deixar que o sistema viva em você.

Todos trabalham, pagam seus impostos, convivem com regras, leis, convenções que se adequam e moldam conforme o tempo, a sociedade, a percepção de um povo, isso é fato. O problema é quando você perde a dimensão das coisas, deixa de enxergar-se como humano, ser único, peculiar e cheio das próprias contradições e aceita que te formatem, que te imponham pensamentos, deixa-se seduzir pelo canto da sereia, do consumo, da comparação, das “castas” que se sobrepõe umas as outras.

“O que você é?” Perguntam por ai. E você diz sua profissão, religião, nacionalidade, mas não pensa em de fato “quem você é”.

A mudança de olhar não muda sistemas, mas muda você e, quando você muda, muda tudo, porque o ponto de observação deixa de ser o outro e se descola a própria interioridade.

Viver em sociedade é necessário, estar no sistema é inevitável mas, isso não implica em formatações, tampouco em permitir que o sistema ( seja ele qual for) viva em você.

O que você vê? Quem é você ? Como se sente?

Enxergue-se, encontre-se, influencie os que estão a sua volta para o bem.

Não estamos aqui para destruir sistemas, tampouco promover guerrinhas panfletárias contra ninguém. Não falo sobre boicotes, injustiçados ou nada que não seja uma coisa: Sua liberdade começa em sua mente. É nela que vivem suas mais poderosas algemas, seus mais violentos algozes.

O mal do sistema é instalar-se em nós.

Livre-se, pois não há nada melhor do que a verdade, do que aquele que enxerga sem amarguras, porque antes entendeu que toda prisão, todo sequestro, todo achatamento, toda anulação, expressa do lado de fora, é a ponta de um processo que antes começou na mente.

Abra os olhos e livre-se disso.

Simples assim.

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