Compartilhando…

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Amigos, tenho muitas coisas boas para compartilhar. Em Janeiro sai meu novo livro, uma coletânea de textos meus, a maioria deles publicados nas primeiras horas da manhã, mensagens que chegam logo cedo e agora muitas reunidas em um livro muito especial. Em breve trarei mais detalhes.
Sobre a rádio Vagalume, tive alguns contratempos e não consegui colocá-la no ar no prazo ideal. Mas as coisas estão caminhando e acredito que em Janeiro ela já esteja no ar. Por favor torça por isso! Avisarei.
No entanto a finalidade principal desse e-mail é lembrar que nosso encontro em SP acontecerá no próximo domingo, dia 15/12. Considero esse encontro especial, não apenas por ser o último do ano, mas pelo formato, pela duração, pelo dia da semana, tudo pensado para que tenhamos mais tempo juntos, mais oportunidades para fortalecermos nossos vínculos.
Se você ainda não se inscreveu, mande um e-mail para encontrospelobrasil@gmail.com e terei prazer em enviar os detalhes, valores, local, etc… Sinceramente fico feliz sempre que há oportunidades de transformarmos em presença o que até aqui só existe na virtualidade.
Considere realmente estar conosco, mas não deixe para depois, na sexta feira as inscrições se encerram.
Grande beijo, obrigado por tudo, e tomara que nos encontremos no domingo !

Nós e os significados

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O fato dos acontecimentos não carregarem significados próprios não quer dizer que não são reais. Esse é um limite da mente moderna: ou a realidade é absoluta e se aplica generalizadamente ou é falso.

Na minha opinião a realidade falsa é a superficial – que boia na superfície – e é distorcida pela nossa dificuldade em projetar consciência.
Ainda que eu porventura projete um significado oposto ao seu no mesmo acontecimento, tanto o meu, quanto o seu, continuam reais por algumas razões: o fato de um acontecimento não carregar significados absolutos, abre uma dimensão infinita de possibilidades, todas reais, todas aplicáveis, todas intrínsecas ao ocorrido, o que torna todas as variáveis possíveis, todas as possibilidades viáveis.

A outra razão é que, sendo assim, naturalmente minha relação com as experiências mudam, primeiro porque não preciso me dedicar a “decifrar” o que ela diz, afinal, como imaginar que um acontecimento único que atinge uma multidão, cada um com sua história, cada qual com suas peculiaridades, contém uma única mensagem?
Segundo, é que assim descubro que, se os acontecimentos não carregam significados absolutos, quem carrega sou eu, esses são verdadeiros, e por isso projetáveis no que acontece em minha vida.

Acontecimentos são apenas mídias que revelam o que é, o que vive na gente, não neles.

O que vive na gente é o que somos, mascarados pelo ego, pelas contingencias, pela cultura, pelas crenças até que tenhamos coragem de encarar e, a partir dos significados – não dos acontecimentos propriamente- mas que saem de mim, ter a chance de melhorar-se, curar-se e conectar-se com o absoluto, que se expressa na relatividade, afinal, de outra maneira nenhum de nós compreenderíamos, se projeta em fragmentos, inclusive na superficialidade, para que, de significados em significados, cresçamos até o ponto de conexão e entrega a energia vital, motora e essencial: o amor, a finalidade de toda experiência.

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