Onde encontrar a experiência do amor? Nossa busca pelas religiões

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NOVO VÍDEO INSIGHT: Viva seus momentos, experimente, aprenda, cresça, há muitas coisas boas, há muita gente legal, sim, muitos grupos, muitos caminhos, muitas propostas, muitos fragmentos de verdade espalhados pela terra, uns tem nomes orientais, outros ocidentais, outros tantos nem nomes tem, são “pequenos” de mais para serem percebidos, há estradas e estradas em todos os cantos e, cada vez mais, códigos diferentes, discursos aparentemente opostos que apontam para o mesmo lugar, que se tocam no essencial e isso é maravilhoso!

Siga por onde seu coração mandar, conforme sua cultura, sua história, seu momento, sua consciência, mas, não esqueça: nenhum caminho pode produzir amor se não estiver conectado a prática da vida, as experiências diárias, as contradições de existir em verdade, em presença, em simplicidade, em amor. O que passar disso é só labirinto, um caminho com fim em si mesmo e nada mais.

Você concede

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Tudo depende de como encaramos os acontecimentos e, sobretudo, como projetamos significado no que acontece. Não são as pessoas, nem os acontecimentos, nem as perdas, nem mesmo a morte que nos faz mal. Não são necessariamente os maus tratos, as grosserias ou armadilhas que colocam em nosso caminho. Sei que dói, somos humanos, não estou dizendo que é fácil, mas, repare: pessoas diferentes reagem de maneiras completamente diferentes a acontecimentos iguais; males coletivos despertam reações únicas e individuais conforme cada um vive sua própria experiência.

Uns sofrem mais, outros menos, outras não sofrem, uns crescem, outros retrocedem, uns veem lições, outros apenas tragédias. Ninguém tem o poder de lhe afetar, nada pode lhe fazer mal, nenhum acontecimento lhe tocará a não ser que você conceda. Não são os fatos, é você. Pense nisso.

Percebendo o fluxo natural da vida

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Sem nossa intervenção nervosa, inquieta, cheia de angústia, a vida tende a fluir com muito mais naturalidade. A importância em aquietar-se está diretamente ligada a nossa capacidade de perceber que, sim, há um fluxo natural na vida, o mesmo que mantém a natureza muito mais bela se nos mantivermos distantes, o planeta mais seguro quando não projetamos sobre ele nossas metas predatórias, nossas vidas, pacificadas, enquanto permanecermos no hoje, atentos, tranquilos. Perceber esse fluxo – dê você o nome que quiser a ele – é essencial para uma vida equilibrada e feliz. Nesse áudio com três minutos e meio uma reflexão que pode lhe ajudar bastante.

https://soundcloud.com/flavio-siqueira-1/reflex-o-com-flavio-siqueira-7

A felicidade e a autossuficiencia

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A descoberta do fato de a felicidade morar dentro da gente, não pode gerar seres fechados e autossuficientes?

Ora, nada pode ser experimentado de verdade se confinado em nós mesmos.

É como o amor, ele vive em nós, não precisamos buscá-lo em ninguém, mas o amor se aperfeiçoa quando compartilhado, quando experienciado com outra pessoa.

O fato da felicidade morar em nós não significa que temos que nos fechar, como se nos bastássemos por completo, sozinhos, sem ninguém, especialmente por uma razão: felicidade, amor, paz, consciência, se aprofundam na medida que doamos.

É uma lógica inversa: se eu escondo, diminui, se posso doar, cresce. Você não depende do outro, não busca em ninguém, não projeta em quem quer que seja porque sabe que está em você, absolutamente ninguém jamais será responsável por te fazer feliz, seria algo cruel, sobrecarga desnecessária, portanto, consciente de que é assim, sem esperar nada, apenas compartilha o que é, e as experiencias se somam, as pessoas se conectam, os vínculos produzem algo maravilhoso que alimenta o processo para dentro, enraizando, se adensando e aprofundando em percepções.

Quem busca no outro se enxerga vazio, esse nunca compartilhará. Será um vampiro emocional, alguém insaciável que acredita que um dia encontrá a felicidade aonde ela não está, não olha para dentro, sempre para fora.

Quem sabe o que lhe habita, deixa que as virtudes cresçam para dentro como condição existencial que lhe projetará na consciência de que, quando a felicidade me habita, irradiarei naturalmente no ambiente, quando o amor mora em mim, apenas serei amor e isso produzirá vínculos, jamais autossuficiência.

O ser autossuficiente está fechado. Ele sabe o que tem, mas por qualquer razão nega-se a compartilhar. Optou ser uma ilha sem perceber que nossas luzes brilham com mais intensidade quando estamos disponíveis.

Portanto, aquiete-se, descubra que há sim felicidade em você, que tudo começa dentro, que não se busca em ninguém o que cresce em você, no entanto, uma vez percebido, sem vampirismo, naturalmente, seu caminho será na direção dos vínculos, das conexões, das aberturas, da pacificação de quem aprendeu que, estamos todos vinculados, somos parte de uma coisa só.