Os sentidos de cada mundo (Video)

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Tudo o que você enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, são apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperança. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conexão com nada, caos, desordem, bagunça, loucura, assim será seu mundo, sempre, até que você mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada lá fora existe desconectado do que você tem se tornado e, ainda que a vida continue difícil, interpretá-la a partir da própria interioridade abre uma outra dimensão, iluminada pela consciência de que, no fim das contas, todas as experiências, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.

Qual o caminho a seguir?

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Você está com medo de que algo de errado? Em dúvidas sobre qual caminho a seguir? Talvez pensar nisso ajude: Para cada escolha há bilhões de possibilidades. As mesmas bilhões vinculadas a não escolha, afinal, nada garante que permanecendo onde está tudo ficará igual.

A vida não para, nada é fixo, os caminhos nunca são lineares. Ainda que sua escolha seja permanecer, saiba, já está fazendo uma escolha e a ela responderá com o tempo.

Portanto, a questão não é para onde você vai, mas, sobretudo, o que te motiva ir. Escolhas conscientes são referenciadas pela paz. Quer saber qual caminho a seguir? Não se sobrecarregue, não tente adivinhar o futuro, não seja movido pelo medo. Pacifique-se, aquiete-se e reveja suas motivações. O que de fato lhe impulsiona a ir ou ficar? Responda essa pergunta e, acredite, saberá o que fazer. Fique bem !

Eu, amor

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Amor será sinônimo de fraqueza, de espírito pobre, amedrontado e servil. Jamais passará de título de música popular, inspiração de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implicações de responder as demandas da vida em amor.

Amor será apenas uma palavra açucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto não estiver claro que só posso experimentá-lo quando de fato eu me tornar amor.

Encontro SP

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Queridos amigos, já tem muita gente escrevendo pra saber sobre o Encontro SP. Será o último do ano e a ideia é fazer algo diferente dos anteriores. Não somente por ser em uma tarde de domingo, entre 14 e 18h, mas pelo conteúdo voltado paratrocas, encontros, conversas, compartilhar de experiências e conhecimentos.

Não será uma palestra (até porque quem aguentaria tanto tempo? rs) mas um momento de convívio com café, chá, frutas em um ambiente especialmente agradável, intencionalmente o mesmo local onde o primeiro encontro aconteceu e será a casa do último do ano, o espaço Satyam, da querida Lucila Calado .

Enviarei um e-mail com mais detalhes, valor de inscrição e explicarei um pouco mais sobre como será. Atenção: as informações são enviadas apenas por e-mail, para quem escreve para encontrospelobrasil@gmail.com e não aqui no blog. O espaço é limitado, são poucas vagas, portanto, se realmente quiser estar conosco escreva e não deixe para depois, ok? Um grande beijo, feliz por essa oportunidade de estarmos e crescermos juntos !

flavio livros

As palavras e o caminho

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Como sempre acordei bem cedo. Fiz meu café, gravei o que tinha que gavar e sentei aqui no computador para escrever o texto que publico sempre pela manhã.

Por um instante pensei em quem estaria lendo. Me lembrei dos constantes comentários de gente dizendo “isso foi escrito para mim”, ou “precisava muito ler isso hoje”. Respirei, fechei os olhos e tentei visualizar gente acordando, preparando-se para mais um dia, comendo alguma coisa com pressa enquanto corria os olhos sobre esse texto.

O que eu quero que essa pessoa, no caso você, perceba hoje? Qual a mensagem da garrafa que daqui a pouco jogarei no oceano na internet?
Me lembrei do poder das palavras, do mundo que elas podem ajudar a criar, dos sinais que ela pode ajudar a revelar, as rotas que talvez se alterem quando alguém lê e, como em um insight, diz “é isso!”.

Uma sensação boa, alívio que serve para o momento, talvez dure algum tempo até que a dose diminua, até que as dificuldades do caminho se sobreponham a esperança que as palavras trouxeram, as certezas que pareciam ter se fixado naquele momento e depois, sem muito alarde, simplesmente sumiram.

Não sei se é o seu caso. Pode ser que chegou aqui alimentado por alguma expectativa de que algo bom pulasse desse texto, algo que você precisasse ler, saber, entender, que tudo se encaixe, que alguém diga que há solução.

Pode ser, e solução eu sei que há. Sempre há. Mas o que eu quero dizer para você hoje é que as palavras, essas que você lê aqui, essa combinação restrita de letrinhas, tem um poder maravilhoso, mas limitado: elas podem ajudar a você fazer determinada viagem, seguir até um limite onde você olha a sua volta e pensa “as palavras me trouxeram até aqui, já sei muitas coisas, mas, a partir de agora, minha viagem será para além delas, como quem chegou nesse ponto da caminhada e entendeu que palavras são apenas códigos, que tudo o que preciso já é, está na vida e cabe a mim, com ou sem palavras, perceber.”

Hoje, nesse nosso papo de todos os dias, quero que meu texto sirva para te lembrar que tudo, inclusive as palavras, são apontamentos para lembrar que há respostas, há solução, há caminhos, vários, sempre, sinais que te cercam, portas abertas, bilhões e bilhões de possibilidades, de opções, de oportunidades para projetar significados na alegria, na dor, na dificuldade, na perda, no lucro, na ida e na volta, no chão que você pisa e no cenário que você vê, seja ele qual for, mensagens que caem como chuva, que sobem como vapor, que passeiam como o vento e se estendem como um oceano de amor, que cantam com os pássaros, que abraçam com as crianças, que enxergam como um idoso vê seus amados, pacificado, grato feliz.

Há, nesse exato momento, um fluxo tentando organizar as coisas, fazer com que você veja, entenda, perceba, pare de reclamar, de se vitimizar, de criticar, de reagir com tanta inquietude. É para esse fluxo, pelo menos para a fronteira dele, que essas simples e improvisadas palavras devem te levar, para o ponto que seja possível enxergá-lo e então, pular, sem lugar para agarrar, sem desculpas, sem apoio, sem medo, atento para a multidão de sinais, o aglomerado de possibilidades sufocadas por você mesmo, por sua reclamação, por sua falta de percepção.

Não posso ir além disso, afinal, palavras não passam de palavras. No máximo condutoras até parte do caminho, frágeis balizamentos que não vão além de um limite, esse mesmo limite que espero deixá-lo agora. Aqui mesmo. Aqui.

O ponto sem volta, o próximo passo é necessário, o avançar para a dimensão pós palavras, o clarear de caminho, sem perguntas, sem sobrecargas, sem medo, na paz que independe de como as coisas vão porque agora entendeu, de verdade, como as coisas são. É uma simples questão de aceitar parar, vir para o agora, abrir os olhos e finalmente ver. Que assim seja para todos nós.