Rádio Vagalume – Em breve!

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Ela está chegando ! Compartilhe 🙂

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Todos um

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O que faço aqui chegará aí e o que vem de lá, passará por aqui. Se o apelo consumista é para que nos sintamos como ilhas, a realidade da existência nos provoca constantemente para que nos enxerguemos como parte de um todo, promotores de consciência ou insanidade, viajantes da mesma nave, membros de um corpo só.

Trocando o medo pelo amor

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Se pudéssemos enxergar a vida com isenção, provavelmente nos assustaríamos ao perceber o quanto o medo está presente em nossas escolhas, posturas, na maneira como nos enxergamos e vemos o mundo.

Fomos criados assim, formatados com argumentos, exemplos situações que, em nome da educação, ou da sobrevivência, incutiram medo no caminho. Você liga a televisão, abre o jornal, ouve as notícias no rádio e o assunto é o medo: da violência, da política, da guerra, do roubo, da solidão, do desemprego, da nova epidemia.

Olhe para suas crenças: Medo do inferno, de Deus, da vida e da morte. Com medo construímos nossos relacionamentos e, por medo, criamos um personagem de consumo, aquele que fazemos questão de apresentar por ai, aquele que tenta esconder que, lá no fundo, somos movidos, manipulados, sequestrados pelo medo.

É possível, aliás, é necessário perder o medo. Dissolve-lo no amor que produz consciência, que nos ajuda a enxergar, que ilumina o caminho, antes escuro, assombrado, duvidoso, mas, agora, enxergando, identifico para onde vou e, confiante, faço uma escolha consciente pelo amor. Esse é o desafio que proponho nesse mais novo Insigh. Permita-se esse tempo e reflita comigo. Cresçamos juntos!

Encontre-se

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Você me descreveu que, ao encontrar a “pessoa muito interessante”, finalmente encontrou o que procurava. O que você procurava? Segurança, amor, cumplicidade…o que? De repente apareceu, inteligente, maduro, diferente das experiências que você já tinha vivido. Chegou e pareceu se encaixar no que você procurava. “É isso!” – Precipitou sua mente e pronto, essa pessoa, que é apenas uma pessoa, foi imantado por tudo o que você procurava. “Me apaixonei!” – você me escreveu.

E, apaixonada, como entender que tudo o que você procurava/procura, não estava nessa pessoa ? Nem em outra, nem em nenhum, por melhor que seja, por melhor que vier. Nem na profissão, nem no curso, nem na terapia, nada! E sabe quando isso ficará claro para você? Justamente quando parar de procurar por ai e entender que essa tal felicidade que você me pergunta se é utopia, existe, e mora em você.

Tenho uma frase em um dos meus textos que sugere ” antes de encontrar a pessoa certa, encontre-se, para não sobrecarregá-la com a responsabilidade de te fazer feliz”. Nenhum homem, ou mulher, ou quem quer que seja, aguenta essa sobrecarga. É natural. Nem pai, nem mãe, ninguém.

Ser feliz é responsabilidade de cada um, mas nunca entenderemos isso, nunca seremos felizes, nunca encontraremos o que estamos procurando, parece que tudo continuará eternamente vazio enquanto projetarmos em alguém, em algo ou em qualquer coisa que estiver fora da gente.

Continuaremos cativos das emoções, hora radiantes, felizes, apaixonados, hora deprimidos, desesperançosos, autovitimizados, como se não houvesse lugar para gente nesse mundo.

Nosso lugar nesse mundo é o único onde cabe o mundo inteiro: nossa interioridade.

Portanto, aquiete-se. Esqueça as possibilidades, independente de quais sejam, de encontrar a felicidade fora de você. Isso não existe.

A boa notícia é: em você, há felicidade, há paz, há Deus, então, descanse, não de ouvidos para o choro, as lamentações e ruídos produzidos por sua mente. Ela apenas tenta fortalecer seu ego, ainda que de forma negativa, para que você se enfraqueça, se desvie de si mesmo.

Não faça mais nada. Não tente. Não corra atrás. Não projete. Não faça planos. Não se desespere. Apenas pacifique-se e, silenciosa, simplesmente ouvirá. Pacificada, simplesmente verá. Está tudo ai em você, não fuja e, lembre-se: antes de encontrar a pessoa certa, encontre-se, para não sobrecarregá-la com a responsabilidade de te fazer feliz. Eu sei que vai conseguir. Vai sim.