Nossas distrações

Padrão

Todos os dias fazemos as mesmas coisas. Temos nosso roteiro de trabalho, de descanso, de divertimento, aproveitamos o fim de semana como dá, fazemos o possível para sermos melhores, mais inteligentes, mais prósperos, mais amáveis na medida do possível. Pagamos nossos impostos, claro há ressalvas, mas, afinal, não é isso que deve ser feito? Aliás, ninguém pode nos acusar de descumprir nosso papel na sociedade, no casamento, na empresa, na espiritualidade, cumpro as cartilhas, sigo as regras e, se não sou lá grande coisa, pelo menos estou na média. Sim, estar na média é nossa proteção. Ser igual a maioria nos isenta da responsabilidade de ser livre, de fazer e arcar com as próprias escolhas, de enxergar-se para então assumir seu real papel nessa vida. Aprendemos a conviver com nossas inquietudes, ignorando-as como se não existissem, ou, em outros casos, camuflando, desviando, distraindo. Então chega um dia qualquer. Um daqueles que você, mexendo na internet, curtindo e vendo o que há se depara com um vídeo que diz “nós nossas buscas, nossos medos” e , por curiosidade vê. Talvez nele, como uma garrafinha boiando no oceano com uma mensagem dentro, tenha algo para você. Porque você não abre? Quem sabe não aproveita alguma coisa?
http://www.youtube.com/watch?v=6bepPI77QuU

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