Como estátuas

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Gosto desse vídeo. Escrevi enquanto refletia sobre nossa semelhança com as estátuas, superfície das pedras, esculpidas por fora, brutas por dentro, nós e as estátuas, dificilmente vinculamos nosso cuidado com as “aparências”, os acabamentos estéticos com o que vai dentro, afinal, ninguém vê, ninguém sabe, ninguém cobra e, assim, seguimos nossas vidas como bonecos de carne, estátuas, a superfície das pedras.
http://www.youtube.com/watch?v=E4qf9x90Jn8&feature=youtu.be

O homem fragmentado

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Nosso comportamento é moldado desde a infância, seja pela educação em casa, na escola, depois, nas universidades, no mercado de trabalho, na maneira que lidamos com a políticas, as autoridades, as leis, as instituições, a religiosidade, agregamos ao espírito essencialmente livre, sobrecargas desnecessárias, formatamos a mente e instalamos gatilhos na alma que disparam sempre que determinados códigos são acionados. A partir de seres fragmentados constrói-se uma sociedade manipulável, exposta a controles sutis, invisíveis, subliminares e nos apegamos a isso de tal forma a ponto de reagirmos sempre que algo não se parece com o que nos dá sensação de familiaridade, de conforto, de controle. É sobre isso que essa nova reflexão em vídeo, o Insight, fala hoje. Talvez seja importante você pensar um pouco sobre isso. No mais, fica meu beijo e o desejo de que o dia seja em paz.