Vem ai o novo livro !

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Estive hoje na editora BesouroBox Ltda conversando sobre o próximo livro que será publicado no segundo semestre. Para quem não sabe, trata-se da história de um advogado que subiu rapidamente até um dos degraus mais altos da carreira política e pagou caro por sua falta de escrúpulos. Experimentou a gloria e a queda, a ovação e o linchamento público, o assédio da mídia e a rejeição generalizada, perdendo tudo, inclusive a própria identidade. O livro é narrado em primeira pessoa intercalando dois tempos: enquanto nosso personagem era um político de sucesso, passeando entre a costura de apoios, os acordos, a construção da imagem de um homem público e depois, mendigo, morando em um albergue, vagando pelas ruas, sendo confrontado entre o que é e o que pensava ser. Em mais de trezentas páginas, faço criticas aos sistemas que usam pessoas, moem consciências e diluem identidades transformando-as em massa de manobra, mas, sobretudo, aponto caminhos e insisto no que tenho falado de várias maneiras o tempo todo: “ainda que o mundo caia sobre nossa cabeça e nossa sensação seja de inexorável morte, há esperança, há saída, há possibilidades de ressurgimento mesmo após as maiores desconstruções.”. Mais do que uma critica pertinente em nossos dias, o novo livro (ainda não posso divulgar o título) fala sobre esperança e aponta para a necessidade de questionarmos nossa própria realidade para, então, nos encontrarmos.
Em breve começarei a viajar pelo país para palestrar sobre temas relacionados ao livro, também haverá pré venda com descontos gigantescos para quem me enviar seu e-mail para blogdoflaviosiqueira@yahoo.com.br   Isso lhe incluirá na lista de pré venda e informações. O lançamento de um livro é sempre uma viagem, um novo caminho e meu desejo é que você esteja comigo. Manifeste-se, apresente-se e vamos, como sempre, crescer juntos! Você vem?
Na foto eu e meus amigos besouros André, Marco e Maitê na editora.

BESOUROS

Seres improvaveis

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Quando seres improváveis, únicos, fruto de combinações, conexões, ajuntamentos e afastamentos absolutamente peculiares, processos históricos que envolve tanta gente, sedentos por acolhimento e transcendência, expostos aos mistérios da existência e inquietudes da vida, conscientes de sua finitude, porém latejantes pela própria eternidade, morada de Deus, expostos a ambivalências que nos projetam, iluminam, nos fazem crescer.
Quando seres assim se diminuem, mediocrizam na tentativa de se enquadrar em sistemas e projetam no outro a validação de si mesmos, um mundo inteiro morre.
Cada um de nós é um mundo inteiro e abriga na mente o próprio universo.
Sai de nós toda beleza que vemos na terra, assim como a maldade só é percebida porque antes é uma realidade presente em mim e em você. Somos pequenas maquetes de Deus e carregamos na alma sua centelha, seu lampejo, sua presença que é amor.
Negamos a nós mesmos quando trocamos nossa transcendência pela mortalidade, nossa condição única, por padrões de sistemas perversos e reducionistas. A média nos mata, nos rouba e nos apaga. Fugimos do que somos e isso nos fragmenta, sequestra e fragiliza.
Cada um de nós, seres improváveis, carrega dentro de si a chama da eternidade, um véu rasgado que nos dá acesso a experimentarmos nas contradições da vida a profundidade e os significados de existir em amor. Não há nada como nós, que abriga o universo na mente, o mundo inteiro na própria alma, a condição de projetar-se, recriar-se e transcender-se no próprio olhar.
Esses somos nós, esses eternos seres improváveis.

Vou mudar minha esposa, meu marido, o trabalho, vou mudar o mundo inteiro…

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Quantas vezes entramos em uma relação dispostos a mudar a outra pessoa? Nos esforçamos, desgastamos muitas vezes, na expectativa de que o outro simplesmente enxergue que poderia ser diferente, que poderia de fato mudar. Às vezes esse posicionamento se reflete no trabalho, nas amizades ou mesmo no sistema em que vivemos. De um jeito sutil ou nem tanto tentamos convencer ao outro que é preciso agir de outra forma, principalmente se a “outra forma” corresponder a minha “fôrma” e, sobretudo, se a mudança do outro puder evitar minha própria mudança. No fim das contas, estamos sempre tentando deslocar o problema e projetando em algo ou alguém o desconforto do reconhecimento que, independente da necessidade de mudança do outro, cabe a mim apenas e tão somente mudar a mim mesmo. Vamos pensar um pouco mais sobre isso? Então veja e compartilhe com mais gente esse mais novo Insight.