Falta de fé?

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Falta de fé não se caracteriza pela descrença em absolutos, mas especialmente quando deixamos de acreditar em nós, no outro e no privilégio de estarmos juntos, no mesmo planeta, experimentando possibilidades de vida, extensões do amor que às vezes tem cara de dor e gosto de morte, mas, no fim das contas, se tivermos paciência para esperar e sensibilidade para entender, perceberemos que tudo conjuntamente é tijolo, cimento, materiais importantíssimos para a construção de nossa morada que habita a interioridade.

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Construções interiores

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Quem constrói seu castelo sobre propostas de felicidade a qualquer custo, viverá em eterno conflito entre o que gostaria que fosse e o que de fato é. Esse não enxergará as milhares de oportunidades para entender-se, não verá a “caravana passar”, nunca irá se expor a cada oportunidade de crescimento que, inclusive a dor traz.

Perderá a oportunidade de enxergar-se simplesmente pela fixação por apenas um lado da história, uma única possibilidade, um condicionamento que se recusa a abandonar por medo.

Esses vivem sentindo-se injustiçados.

A vida não premia ou castiga. A vida não dá o que queremos, mas o que precisamos. A vida ensina e a lição é absolutamente individual.

Procure compreender. Mais do que isso: transcenda-se.

Renove sua mente e dilate seu olhar.

Existe um universo de possibilidades dentro de você, mas você nunca enxergará até que queira.

Música da vida

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A vida é cheia de música.

Em cada movimento, em tudo o que acontece: nos bichos, natureza, nas pessoas no planeta… Existe um som que sai do choro, do sorriso, da felicidade e da tristeza também. Melodias que vazam de cada frame de vida.

A vida é muito mais do que os sentidos conseguem captar.

Quando a gente percebe as bilhões de possibilidades embutidas em cada acontecimento, o sentimento de gratidão é inevitável. Gratidão por enxergar, ouvir, perceber, enquanto desentupimos resíduos depositados diariamente – e de vários formas – pelo estilo de vida angustiado que vivemos.

Que deixemos de ouvir como massa, de misturar os sons, e passemos a ouvir como indivíduos, discernindo os timbres, para que nossa música seja harmônica, bonita e coerente com a trilha sonora que, de fato, gostaríamos de compor.

Sugestão de trilha : http://www.youtube.com/watch?v=Fo0K_n3VLG4