Baixas de guerra

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Manter as coisas como são, acentuando as cores maquiavélicas para pintar bandidos e mocinhos, sistematizando, esquematizando, departamentalizando nossa percepção do macro, como se não houvesse conexões entre as pessoas e seus estilos de vida, como se não fizéssemos parte de um único planeta, como se fosse natural que vivêssemos em um lugar onde milhões de crianças morrem de fome todos os dias, sem roupa, saúde, família, cuidados de ninguém enquanto celebra-se a lista dos homens mais ricos do mundo, enfim, manter as coisas como são, é fundamental para que se perpetuem.

Daí a razão de dizerem às massas que estamos no caminho certo e que a única maneira de garantir saúde e prosperidade às pessoas é alimentando o monstro que contraditoriamente as ameaça como fantasma, vigilante da fronteira entre o que sentimos ser o correto e nos dizem ser o possível.

E assim, embriagados por nossas próprias ambições, toleramos as baixas de guerra, negando-lhes a existência, vivendo como se a dor e a morte ali na esquina fosse normal, aceitável e, pior, necessária.

*Maravilhosa foto do Sebastião Salgado

Sebastiao Salgado -terra

Em uma manhã de chuva

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Às vezes nossa alma se parece com um dia de chuva, úmida, melancólica, quieta… É quando precisamos aquietar a mente e ouvir o que ela tem a dizer. Esse é o tema desse Insight gravado em uma manhã chuvosa.

 

Tudo esta conectado

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Tudo está conectado.
Se na vida experimentamos bem e mal, alegria e dor, esperança e tragédia é porque tudo isso encontra correspondência em nossa interioridade. É por isso que, independente do que aconteça, as coisas só ganham sentido quando damos. Encontrar dádiva na dor é antes de tudo encontrar razão dentro de si mesmo e naturalmente conectá-la a experiência vivida, tenha ela o nome que tiver. – Do livro O ÉDEN

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