Sua melhor versão

Padrão

O que você faria se descobrisse que o propósito dos relacionamentos, tem a ver principalmente com o que você dá as pessoas ?

Cada relação, seja com gente ou mesmo com as diversas situações da vida, são na totalidade oportunidades. Pense nisso. Não é o que você ganha, o benefício que terá, as vantagens que virão, mas a possibilidade de expressar-se e, então, enxergar quem verdadeiramente você é. Somente enxergando-se sem máscaras será possível melhorar.

Estranho não? Mas é assim que as coisas muitas vezes aparentam ser: estranhas. Para você se relacionar consigo mesmo é preciso aprender a relacionar-se com o outro, sem interesses, com a intenção genuína de ser solidário às suas causas, presente quando necessário.

Quando age com seu marido, esposa, filhos, amigos, colegas de trabalho, mesmo com os anônimos que cruzam seu caminho, servem seu café, limpam seu chão, manobram seu carro, quando se relaciona com o mundo, na verdade está tendo a incrível oportunidade de se enxergar a partir do que expõe.

Objetos de relacionamento, são veículos que permitem que você expresse o que lhe habita.

É como se todos os dias você tivesse várias oportunidades para colocar para fora o que sozinho não vê e, então, melhorar-se.

Se quiser ter uma boa relação com as pessoas, não espere nada delas, não cobre nem acumule expectativas pensando que, seja quem for, aquela pessoa tem alguma condição de te fazer feliz. Simplesmente ame, ame e ame e, assim saberá quando é hora do sim e quando é hora do não,  de dar e receber, de ir ou voltar; dará o melhor, sem angustias, sem cobranças, olhando para o outro como uma possibilidade de mostrar-se verdadeiramente, permitindo ao próximo reconhecer-se a partir da melhor versão de você mesmo.

1

Questionamentos que devemos fazer

Padrão

A história é suficiente para mostrar o nível de desconforto das “massas” diante dos que questionam seus valores. Melhor gritar “crucifica”, apelar pela inquisição, rotular, chamar de “hereges” ou algo que o valha, simplesmente pelo medo de que a relativização de seus absolutos, de suas “verdades” mais arraigadas, simplesmente lhes exponha, afinal, quem está disposto a se enxergar e parar de se esconder? Esse vídeo, “questionamentos que devemos fazer”, é quase um desafio. Está preparado?