Corpos pijama – Por Flavia Melissa

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Por Flavia Melissa

A gente vive, muitas vezes, uma vida vazia: fazemos o corpo de pijama. A gente sabe que essas coisas podem acontecer, mas elas são tão raras! Imagine qual é a chance de cair um meteorito na sua cabeça – quase zero. “As autoridades avisariam. Eu seria alertado, eu teria tempo de fugir… Ou não. Ou avisariam e eu não acreditaria. Ah, qual é a chance? Quase zero. Eu não vou viver a minha vida preocupado com as chances dos imprevistos acontecerem – se não, não vivo, eu iria viver assustado, sempre. Ia ser um inferno”. Você está dormindo! Está fazendo do seu corpo um pijama! Você acha que a realidade é isso que te cerca, essas roupas, essas casas, esses problemas que passam pela sua cabeça as 3 da tarde? Não é. A realidade é que uma batida a mais, do seu coração, é uma batida a menos. A realidade é que você pode morrer um dia – você pode morrer hoje mesmo. Você pode não ter mais cinco minutos prá pedir o perdão que, lá no fundo, você sente que deve a alguém. Prá expressar a gratidão pela benção que você recebeu e que não comemorou por medo de que os outros ziquem. Pra dizer que você ama quem ama, pra ter a chance de ser feliz. Pra sorrir e respirar – pra respirar e sorrir. Talvez você não tenha tempo. Talvez: não. O Universo nos manda lembretes, para nos mostrar, e esse meteorito que caiu na Russia e deixou centenas de feridos é um lembrete. O que você vai fazer com ele é responsabilidade sua. O que você vai fazer com ele é por sua conta e risco. O que você vai fazer com ele: o que você vai fazer com ele?

(O meteorito não caiu na cabeça de ninguém, e sim a 80 quilômetros de distância da cidade mais próxima. Abriu uma cratera de 20 metros no chão, e foi seu impacto o responsável por todos os feridos).

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Um comentário sobre “Corpos pijama – Por Flavia Melissa

  1. leandro

    Foi algo extremamento maravilhosos presenciarmos um meteoro com essa beleza. Ah, mas poderiam morrer muita gente?
    Oras, o planeta TErra e o ser humano acha-se o dono do mundo, no entanto não entende que não passa de migalhas e grãos de areia perto da imensidão. Caso a Terra se acabe por asteróides e vivemos os últimos dias na penumbra da noite e sufocados pelos gases, o Universo novamente conspirará para que a Vida Consciente seja novamente estabelecida, pois para ela tempo não significa nada “7 dias equivalem a 6 bilhões de anos”.
    E nossa pequena vida de 100-110 anos? O que vale se comparado a isto?
    A Terra, a “bola” que estamos em pé, “anda” na órbita do Sol na velocidade média de 30km/s, “solta” no Universo, presa como um elástico pela força do Sol.
    Tal velocidade da TErra no espaço é a mesma que se fazer a viagem de Brasilia a São Paulo em 30 segundos, é mesmo, trinta segundos. Agora, imagine que ocorra uma catástrofe solar e digamos que os raios não nos cheguem, mas afete a força gravitacional – a Terra andará como um asteróide batendo nos planetas.
    O fim da Sol está previsto assim como da própria Lua que já afetará a nós grandemente.
    Concluindo, quem define nossa Vida na Terra é o grande Deus, e devemos agradecer e curtir cada momento nessa Perfeita Natureza que nos foi dada.
    Quanto as expectativas de sermos perfeitos e de sermos julgados no final; façamos disso em cada momento um melhor momento dentro do que é Justo e Bom diante do Evangelho, e deixamos que os meteoritos nos enfeite com suas belezas no céu terrestre.

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