Para quem busca seu lugar nesse mundo

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Para quem convive com suas próprias inquietudes, se incomoda com as injustiças, questiona-se mas, pesar do cansaço não perdeu a esperança de encontrar seu lugar no mundo. No mais novo INSIGHT um bate papo sobre nosso estado de espírito.

2 comentários sobre “Para quem busca seu lugar nesse mundo

  1. Mamari

    Flavio, parabéns pela iniciativa. Abençoado por uma visão ampla e meritoso por optar pela motivação após ser apresentado ao insight, semeia na vida de tantos, tendo encontrado seu lugar neste mundo, como árvore a frutificar.

    Espero também eu poder encontrar-me e contribuir com a felicidade de todos, da melhor maneira que me permitir a criação, nas possibilidades da minha natureza; até porque a felicidade de um só poderá ser plena na busca pela felicidade dos demais; entendido que somos um e assim é. Tanto me foi dado que envergonha-me o fato de não estar retribuindo à altura, demonstrando a gratidão na única forma que convém a quem tudo nos deu: doar-nos por inteiro.

    Ainda que o maior ato não seja mais importante que os passos corriqueiros e que ninguém, dentro da limitação humana, possa afirmar os resultados das reverberações dos pequenos atos; ainda que as vitórias mais difíceis se dêem no ambiente interno (onde dificilmente se operam sem o insight, a motivação, a compreensão, o esforço e a atenção plena), é na ação, no trabalho, no serviço em favor do próximo que a percebemos solidificadas. Posto o amor se faz concreto no serviço; que o sacrifício em favor do próximo é em realidade a nosso próprio favor não sendo, por fim, sacrifício algum; posto que há tanto sofrimento e se faz urgente a compaixão; que a natureza da plenitude, na limitação da expressão terrena, é o mover-se pela compaixão, como podemos ajudar mais e melhor?

    Se chega ao poder quem busca o poder e nos altos cargos, e na política, a vaidade disto se apoderou; se a caridade deve ser regada até que perene mas, como ação programada, assemelha-se a enxugar gelo, como cessar a inquietude?

    Diga-se então: “persista regando” ou “enxugue o gelo, até que sejamos muitos a exugá-lo e a era do frio acabe”? Mas para quem se vê como desajustado à sociedade desajustada, talvez isto não seja o suficiente… E talvez isto seja bom! Que não vivamos felicidade alienante! Que estejamos inquietos, que não se cesse a vontade, até que de em erro em erro, abençoados sejam, acertemos, ou nos regozijemos com o acerto de outros que, como nós, não estão preocupados com a autoria, mas com a beleza da obra.

    É vislumbrando a beleza da obra e sendo parte dela, na contemplação e na ação, que caminhamos persistentes, porque não há outro caminho para onde vamos. Felizes, quietos, compassivos, inquietos, compreensivos, serenos, atores, atuantes, mensageiros, pacíficos… Muitos e um único caminho. Escolhamos ou não, cientes que não escolher já é uma escolha, sigamos; porque retroagir não é uma opção.

    Muito obrigado, Flavio, pelo momento de reflexão.

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