O povo nas mãos

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Quem souber trabalhar silenciosamente, por um lado alimentando nas pessoas a sensação de que são livres e tem pleno direito de escolha, por outro lado mantendo-as alegremente entretidas, comodamente amedrontadas, criando monstros, plantando ameaças, arquitetando labirintos para depois salvá-las, aprisionando-as até que a prisão seja chamada de um agradável estilo de vida que no fim fortalece e realimenta todo o processo em um círculo vicioso, quem faz assim, tem o povo nas mãos. – Trecho no meu próximo livro, ainda sem título, em andamento.