Entre o “bom” e o “bem”.

Padrão

No caminho que leva o bonzinho (inseguro) a se tornar bom (consciente) há uma serie de renuncias e amputações psicológicas, existenciais e que demandam posturas maduras, muitas vezes difíceis de tomar. É preciso esquecer as muletas, o auto engano e decidir que chegou a hora de caminhar com as próprias pernas. É a decisão de quem entendeu que há uma colossal diferença entre ser bom e ser bonzinho. Em que ponto dessa caminhada você está?

A consciência e o medo – Trecho do livro “O Éden”

Padrão

O bem mais precioso que alguém pode ter é a consciência.

Alguns chamam de sabedoria, outros de percepção, na verdade tanto faz. O fato é que vocês lidam com uma série de acontecimentos

na vida simplesmente para que exercitem o poder da consciência, de saber o lugar de cada coisa, de lidar com prioridades

de maneira equilibrada, de entender o que realmente vale e o que não vale, mas aparenta valer. Consciência só se desenvolve vivendo.

É a partir dela que você abre seus olhos para perceber a vida e entender que no mundo tudo fala. Medo ou culpa cegam. Quem

tem medo se esconde e caminha beirando a parede. Esse nunca agirá por consciência e todo o seu caminho, ainda que aparente

ser bom, o conduzirá para a negação de si mesmo e, consequentemente, o aumento de pulsões interiores proporcionalmente opostas

ao que ele combate do lado de fora. Isso faz mal e infantiliza a alma.

Mais sobre o livro O Éden, clique aqui: http://flaviosiqueira.com/dez-historias-e-algo-mais/