Um grande ato de sensibilidade.

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Não sou economista e confesso que essa não é uma de minhas matérias preferidas.

Mas, me diz uma coisa, tem um monte de analistas dizendo que essa redução de um ponto percentual dos juros, superou todas as expectativas.

O fato de ter sido o maior indice em cinco anos, é suficiente para que jornais e políticos comemorem o que alguns chamaram de “um grande ato de sensibilidade do Banco Central”.

Como era de se esperar, com a sensibilidade que lhes é peculiar, os bancos já falam em repassar “parte” dessa redução aos seus clientes.

No Banco do Brasil, por exemplo, fala-se sobre a sensacional queda dos atuais 7,99% para 7,35%.

A Caixa também demonstra grande sensibilidade, a medida em que diminuirá suas taxas de 7,49%, para 7,35%.

No Itaú e Unibanco, a redução será dos atuais 8,95% para incriveis 8,87%.

Enquanto o mundo inteiro reduz juros – bem menores do que o nosso, diga-se de passagem-, aqui comemora-se essa “histórica” redução.

Duro ser leigo, porque a falta de conhecimento me leva a injusta sensação de que, nesse grande ato de sensibilidade, não temos tanto a comemorar.

Vozes que não ouvimos.

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Que tipo de vozes você ouve ?

Como sua mente processa as informações que chegam de todos os lados ?

Você consegue sentir que nem tudo o que nos dizem se encaixa ?

Às vezes, diante de tantas vozes, é preciso ouvir aquelas que não chegam até nós. São vozes sem espaço, silenciadas por uma estrutura de interesses que tentam moldar pensamentos e adequá-los a propósitos desconhecidos da maioria.

Nem tudo o que você vê, é o que parece.

Nem todas as informações que chegam até você representam o que de fato acontece.

Acreditamos que o mundo é somente o que nos chega aos olhos e ouvidos e, baseados nessas informações, determinamos nossas impressões.

E se as coisas não forem exatamente como você pensa ?

Existem histórias formadas a partir de conexões que a maioria nunca terá acesso e que, no entanto, são fundamentais para que possamos entender de verdade porque o mundo é como é.

Tendemos a interpretar o que nos acomete a partir de um pólo : de um lado os bons, do outro os maus.  Assim é mais fácil nos desviarmos do centro dos problemas.

Melhor para todos, a não ser para quem sofre a consequência dessa polarização que lhes tira a voz e, muitas vezes, o direito a vida.

Você sabe porque pensa como pensa ? Em algum momento já questionou em que baseia suas referências e que tipo de fonte alimenta suas impressões ?

Nunca é fácil repensar valores e são poucos os que se propõe a reavaliar posicionamentos legitimados pela maioria, mas insisto : e se nem tudo o que lhe parece inquestionável for exatamente como parece ?

Isso pode representar caminhar na contra mão, fugir do convencional, romper com determinadas regras e virar alvo de criticas ácidas, mas o que vale mais : viver no conforto cômodo quase unânime da maioria que prefere se entreter ao invés de pensar, ou formar suas referências partindo do conhecimento que é fruto da consciência ?

Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Abra a mente, desimpeça os olhos e veja além.

Ouça as vozes da maioria silenciada, talvez eles tenham algo a nos ensinar.

Talvez você não tenha tempo para ver esse vídeo agora. Mas, se puder, reserve uma hora e meia do seu tempo e volte aqui para assisti-lo. Vai valer a pena.